Diz uma lenda árabe que dois amigos viajavam pelo deserto, quando em determinado ponto da viagem, bastante cansados, um agrediu o outro. O ofendido , sem nada dizer, pegou o seu cajado e escreveu na areia: "hoje o meu melhor amigo me derrubou no chão". Passado algum tempo, seguiram viagem pelo deserto, até chegar a um oásis. Lá, se banharam à vontade, até que o amigo que havia sido agredido, começou a se afogar. O outro nadou até ele e o trouxe até a margem, são e salvo. Foi quando o amigo resgatado pegou seu saibro e escreveu em uma pedra, cercada de vegetação: "hoje o meu melhor amigo salvou a minha vida". O primeiro perguntou: "por que quando você foi agredido, você escreveu seu sentimento na areia, e quando foi salvo escreveu na pedra"? O outro respondeu,sorrindo: "quando um grande amigo nos ofende, devemos registrar esse dano na areia, para que o vento do esquecimento e do perdão se encarreguem de apagá-lo. Mas quando um amigo nos faz algo grandioso, devemos registrar esse momento na pedra da memória e do coração, onde vento nenhum do mundo pode apagar!
Amigos de verdade não precisam se falar sempre. Não precisam se visitar sempre. Nossos amigos verdadeiros são aqueles que se alegram com as nossas vitórias são os primeiros a serem solidários em nossos infortúnios. Esta é a semana dos melhores amigos do mundo.
TEM PÃO VELHO? 🥖
TEM PÃO VELHO? 🥖
Vou contar um fato corriqueiro, que inesperadamente me trouxe uma grande lição de vida.
Era um fim de tarde de sábado. Eu estava molhando o jardim da minha casa, quando fui interpelada por um garotinho com pouco mais de nove anos, dizendo:
- Moça, tem pão velho?
Essa coisa de pedir pão velho, sempre me incomodou, desde criança.
Olhei para aquele menino tão nostálgico, e perguntei:
-Onde você mora?
- Depois do Zoológico.
- Bem longe, hein?
- É... mas eu tenho que pedir as coisas para comer.
- Você está na escola?
- Não. Minha mãe não tem dinheiro para comprar material.
- Seu pai mora com vocês?
- Não, ele sumiu.
E o papo prosseguiu, até que disse:
- Vou buscar o pão. Serve pão novo?
- Não precisa, não. A senhora já conversou comigo, e isso é suficiente.
A resposta caiu em mim, como um raio. Tive a sensação de ter absorvido toda a solidão e falta de amor daquela criança, daquele menino de apenas nove anos, já sem sonhos, sem brinquedos, sem comida, sem escola e tão necessitado de um papo, de uma conversa amiga.
Quantas lições podemos tirar dessa resposta: "Não precisa, não. A senhora já conversou comigo, e isso é suficiente".
Que poder mágico, tem o gesto de falar e ouvir com amor. Alguns anos já se passaram, e continuam a pedir "pão velho" na minha casa... e eu, dando pão novo, mas procurando, antes, compartilhar o pão das pequenas conversas, o pão dos gestos que acolhem e promovem.
Este pão de amor, não fica velho porque é fabricado no coração de quem acredita Naquele que disse:
"Eu Sou o pão da vida!"
Fique atento a quantas pessoas podem estar esperando uma só palavra de acolhimento da sua parte.
Vou contar um fato corriqueiro, que inesperadamente me trouxe uma grande lição de vida.
Era um fim de tarde de sábado. Eu estava molhando o jardim da minha casa, quando fui interpelada por um garotinho com pouco mais de nove anos, dizendo:
- Moça, tem pão velho?
Essa coisa de pedir pão velho, sempre me incomodou, desde criança.
Olhei para aquele menino tão nostálgico, e perguntei:
-Onde você mora?
- Depois do Zoológico.
- Bem longe, hein?
- É... mas eu tenho que pedir as coisas para comer.
- Você está na escola?
- Não. Minha mãe não tem dinheiro para comprar material.
- Seu pai mora com vocês?
- Não, ele sumiu.
E o papo prosseguiu, até que disse:
- Vou buscar o pão. Serve pão novo?
- Não precisa, não. A senhora já conversou comigo, e isso é suficiente.
A resposta caiu em mim, como um raio. Tive a sensação de ter absorvido toda a solidão e falta de amor daquela criança, daquele menino de apenas nove anos, já sem sonhos, sem brinquedos, sem comida, sem escola e tão necessitado de um papo, de uma conversa amiga.
Quantas lições podemos tirar dessa resposta: "Não precisa, não. A senhora já conversou comigo, e isso é suficiente".
Que poder mágico, tem o gesto de falar e ouvir com amor. Alguns anos já se passaram, e continuam a pedir "pão velho" na minha casa... e eu, dando pão novo, mas procurando, antes, compartilhar o pão das pequenas conversas, o pão dos gestos que acolhem e promovem.
Este pão de amor, não fica velho porque é fabricado no coração de quem acredita Naquele que disse:
"Eu Sou o pão da vida!"
Fique atento a quantas pessoas podem estar esperando uma só palavra de acolhimento da sua parte.
Um minuto com Chico Xavier
Estávamos – diz Adelino Silveira – na residência do Chico. Seu estado de saúde não lhe permitia deslocar-se até o Centro.
A multidão se comprimia lá na rua em frente.
Quando o portão se abriu, a fila de pessoas tinha alguns quarteirões. Foram passando uma a uma em frente ao Chico. Pessoas de todas as idades, de todas as condições sociais e dos mais distantes lugares do País. Algumas diziam:
– Eu só queria tocá-lo...
– Meu maior sonho era conhecê-lo...
– Só queria ouvir sua voz e apertar sua mão.
Uns queriam notícias de familiares desencarnados, espantar uma idéia de suicídio. Outros nada diziam, nada pediam, só conseguiam chorar.
Com uma simples palavra do Chico, seus semblantes se transfiguravam, saíam sorridentes.
Ao ver as pessoas ansiosas para tocá-lo, a interminável fila, a maneira como ele
atendia a todos fiquei pensando: “Meu Deus, a aura do
Chico é tão boa... seu magnetismo é tão grande, que parece que pulveriza nossas dores e ameniza nossas ansiedades”.
De repente, ele se volta para mim e diz:
– Comove-me a bondade de nossa gente em vir visitar-me.
Não tenho mais nada para dar. Estou quase morto. Por que você acha que eles vêm?
Perguntou-me e ficou esperando a resposta.
Aí, pensei: Meu Deus, frente a um homem desses, a gente não pode mentir nem dizer qualquer coisa que possa vir
ofender a sua humildade (embora ele sempre diga que nunca se considerou humilde).
Comecei então a pensar que quando Jesus esteve conosco, onde quer que aparecesse, a multidão o cercava. Eram pessoas de todas as idades, de todas as classes sociais e dos mais distantes lugares. Muitos iam esperá-lo nas estradas, nas aldeias ou nas casas onde Ele se hospedava. Onde quer que aparecesse, uma multidão o cercava. Tanto que Pedro lhe disse certa vez: “Bem vês que a multidão te comprime”.
Zaqueu chegou a subir numa árvore somente para vê-lo. Ver, tocar, ouvir era só o que queriam as pessoas. Tudo isso passou pela minha cabeça com a rapidez de um relâmpago. E como ele continuava olhando para mim esperando a resposta, animeime a dizer:
– Chico, acho que eles estão com saudades de Jesus.
Palavras tiradas do fundo do coração, penso que elas não ofenderam sua modéstia.
A multidão continuou desfilando. Todos lhe beijavam a mão e ele beijava a mão de todos.
Lá pelas tantas da noite, quando a fila havia diminuído sensivelmente, percebi que seus lábios estavam sangrando. Ele havia beijado a
mão de centena de pessoas. Fiquei com tanta pena daquele homem, nos seus oitenta e oito anos, mais de setenta dedicados ao atendimento de pessoas, que me atrevi a lhe perguntar:
– Por que você beija a mão deles?
A humildade de sua resposta continuará emocionando-me sempre:
– Porque não posso me curvar para beijar-lhes os pés.
(Do livro “Momentos com Chico Xavier”, de Adelino da Silveira.1ª ed. 1999.)
A multidão se comprimia lá na rua em frente.
Quando o portão se abriu, a fila de pessoas tinha alguns quarteirões. Foram passando uma a uma em frente ao Chico. Pessoas de todas as idades, de todas as condições sociais e dos mais distantes lugares do País. Algumas diziam:
– Eu só queria tocá-lo...
– Meu maior sonho era conhecê-lo...
– Só queria ouvir sua voz e apertar sua mão.
Uns queriam notícias de familiares desencarnados, espantar uma idéia de suicídio. Outros nada diziam, nada pediam, só conseguiam chorar.
Com uma simples palavra do Chico, seus semblantes se transfiguravam, saíam sorridentes.
Ao ver as pessoas ansiosas para tocá-lo, a interminável fila, a maneira como ele
atendia a todos fiquei pensando: “Meu Deus, a aura do
Chico é tão boa... seu magnetismo é tão grande, que parece que pulveriza nossas dores e ameniza nossas ansiedades”.
De repente, ele se volta para mim e diz:
– Comove-me a bondade de nossa gente em vir visitar-me.
Não tenho mais nada para dar. Estou quase morto. Por que você acha que eles vêm?
Perguntou-me e ficou esperando a resposta.
Aí, pensei: Meu Deus, frente a um homem desses, a gente não pode mentir nem dizer qualquer coisa que possa vir
ofender a sua humildade (embora ele sempre diga que nunca se considerou humilde).
Comecei então a pensar que quando Jesus esteve conosco, onde quer que aparecesse, a multidão o cercava. Eram pessoas de todas as idades, de todas as classes sociais e dos mais distantes lugares. Muitos iam esperá-lo nas estradas, nas aldeias ou nas casas onde Ele se hospedava. Onde quer que aparecesse, uma multidão o cercava. Tanto que Pedro lhe disse certa vez: “Bem vês que a multidão te comprime”.
Zaqueu chegou a subir numa árvore somente para vê-lo. Ver, tocar, ouvir era só o que queriam as pessoas. Tudo isso passou pela minha cabeça com a rapidez de um relâmpago. E como ele continuava olhando para mim esperando a resposta, animeime a dizer:
– Chico, acho que eles estão com saudades de Jesus.
Palavras tiradas do fundo do coração, penso que elas não ofenderam sua modéstia.
A multidão continuou desfilando. Todos lhe beijavam a mão e ele beijava a mão de todos.
Lá pelas tantas da noite, quando a fila havia diminuído sensivelmente, percebi que seus lábios estavam sangrando. Ele havia beijado a
mão de centena de pessoas. Fiquei com tanta pena daquele homem, nos seus oitenta e oito anos, mais de setenta dedicados ao atendimento de pessoas, que me atrevi a lhe perguntar:
– Por que você beija a mão deles?
A humildade de sua resposta continuará emocionando-me sempre:
– Porque não posso me curvar para beijar-lhes os pés.
(Do livro “Momentos com Chico Xavier”, de Adelino da Silveira.1ª ed. 1999.)
A gentileza dos estranhos
A gentileza dos estranhos
Numa época em que muitos desacreditam da generosidade humana e, pessimistas, dizem que neste mundo é cada um por si, que ninguém se importa com ninguém, é bom ouvir relatos que atestam exatamente o contrário.
Uma senhora que emigrou da Rússia, ainda criança, com sua família, após a segunda guerra mundial, tem recordações bastante agradáveis de uma pessoa que lhes era desconhecida.
Durante o terrível confronto mundial, ela e sua família foram seqüestrados e levados a um campo de concentração na Alemanha, onde permaneceram por cinco anos.
Tendo sobrevivido aos rudes tratos, vieram ao Brasil, desembarcando no porto do rio de janeiro, no ano de 1948.
Como imigrantes, receberam o prazo de quatro meses para conseguir emprego e moradia, caso contrário seriam deportados ao seu país.
Dois meses transcorridos, a família resolveu mudar-se para São Paulo em busca de melhores possibilidades.
Encontraram uma senhora alemã, que tinha uma casa para alugar. Contudo, a família não tinha recursos, não poderia indicar avalistas, por ser desconhecida na cidade.
A mãe de família explicou à dona da casa a situação. O prazo para conseguirem moradia e emprego terminaria em dois meses. O insucesso significaria desistir da esperança de melhores dias.
A senhora era uma dessas almas revestidas de bondade e de sabedoria.
Abriu a casa que lhe deveria render algum dinheiro e permitiu que a família ali se alojasse. Pagariam, quando tivessem condições.
Na seqüência, apresentou a jovem mãe de família ao açougueiro e ao dono do mercadinho. Como um aval de que pudessem realizar suas compras, a fim de não perecer de fome.
Os pais conseguiram um trabalho 15 dias depois e puderam recomeçar as suas vidas.
É uma das filhas que, entre a gratidão e a emotividade, narra o episódio. Sua vida e de toda sua família foi salva, graças a um coração que acreditou em sua honestidade.
E a família soube aproveitar, com muita vontade, a chance que lhe foi ofertada.
Pense nisso!
Numa época em que muitos desacreditam da generosidade humana e, pessimistas, dizem que neste mundo é cada um por si, que ninguém se importa com ninguém, é bom ouvir relatos que atestam exatamente o contrário.
Uma senhora que emigrou da Rússia, ainda criança, com sua família, após a segunda guerra mundial, tem recordações bastante agradáveis de uma pessoa que lhes era desconhecida.
Durante o terrível confronto mundial, ela e sua família foram seqüestrados e levados a um campo de concentração na Alemanha, onde permaneceram por cinco anos.
Tendo sobrevivido aos rudes tratos, vieram ao Brasil, desembarcando no porto do rio de janeiro, no ano de 1948.
Como imigrantes, receberam o prazo de quatro meses para conseguir emprego e moradia, caso contrário seriam deportados ao seu país.
Dois meses transcorridos, a família resolveu mudar-se para São Paulo em busca de melhores possibilidades.
Encontraram uma senhora alemã, que tinha uma casa para alugar. Contudo, a família não tinha recursos, não poderia indicar avalistas, por ser desconhecida na cidade.
A mãe de família explicou à dona da casa a situação. O prazo para conseguirem moradia e emprego terminaria em dois meses. O insucesso significaria desistir da esperança de melhores dias.
A senhora era uma dessas almas revestidas de bondade e de sabedoria.
Abriu a casa que lhe deveria render algum dinheiro e permitiu que a família ali se alojasse. Pagariam, quando tivessem condições.
Na seqüência, apresentou a jovem mãe de família ao açougueiro e ao dono do mercadinho. Como um aval de que pudessem realizar suas compras, a fim de não perecer de fome.
Os pais conseguiram um trabalho 15 dias depois e puderam recomeçar as suas vidas.
É uma das filhas que, entre a gratidão e a emotividade, narra o episódio. Sua vida e de toda sua família foi salva, graças a um coração que acreditou em sua honestidade.
E a família soube aproveitar, com muita vontade, a chance que lhe foi ofertada.
Pense nisso!
A CANOA
A CANOA
☄Em um largo rio, de difícil travessia, havia um barqueiro que atravessava as pessoas de um lado para o outro.
☄Em uma das viagens, iam um advogado e uma professora.
☄Como quem gosta de falar muito, o advogado pergunta ao barqueiro:
☄- Companheiro, você entende de leis?
☄— Não! - respondeu o barqueiro.
☄E o advogado compadecido:
☄— É uma pena, você perdeu metade da vida!!!
☄A professora muito social, entra na conversa:
☄— Seu barqueiro, você sabe ler e escrever?
☄Também não, respondeu o barqueiro.
☄— Que pena! - Condói-se a mestra.
☄— Você perdeu metade de sua vida!!!!;
☄Nisso chega uma onda bastante forte e vira o barco.
☄O barqueiro preocupado, pergunta:
☄— Vocês sabem nadar?
☄— Não! Responderam eles rapidamente.
☄— Então é uma pena - Conclui o barqueiro.
☄— Vocês perderam toda a vida!!!;
☄Não há saber maior ou saber menor.
☄Há saberes diferentes!!!!;
☄Pense nisso e valorize todas as pessoas com as quais tenha contato.
☄Cada uma delas tem algo de diferente para ensinar.
☄Ninguém sabe de tudo.
☄Todos os dias temos algo novo pra aprender.
☄☄☄☄☄☄☄☄⛵
Sejamos humildes!!!!!
☄Em um largo rio, de difícil travessia, havia um barqueiro que atravessava as pessoas de um lado para o outro.
☄Em uma das viagens, iam um advogado e uma professora.
☄Como quem gosta de falar muito, o advogado pergunta ao barqueiro:
☄- Companheiro, você entende de leis?
☄— Não! - respondeu o barqueiro.
☄E o advogado compadecido:
☄— É uma pena, você perdeu metade da vida!!!
☄A professora muito social, entra na conversa:
☄— Seu barqueiro, você sabe ler e escrever?
☄Também não, respondeu o barqueiro.
☄— Que pena! - Condói-se a mestra.
☄— Você perdeu metade de sua vida!!!!;
☄Nisso chega uma onda bastante forte e vira o barco.
☄O barqueiro preocupado, pergunta:
☄— Vocês sabem nadar?
☄— Não! Responderam eles rapidamente.
☄— Então é uma pena - Conclui o barqueiro.
☄— Vocês perderam toda a vida!!!;
☄Não há saber maior ou saber menor.
☄Há saberes diferentes!!!!;
☄Pense nisso e valorize todas as pessoas com as quais tenha contato.
☄Cada uma delas tem algo de diferente para ensinar.
☄Ninguém sabe de tudo.
☄Todos os dias temos algo novo pra aprender.
☄☄☄☄☄☄☄☄⛵
Sejamos humildes!!!!!
UMA CARTA PARA O SR. ALLAN KARDEC
Allan Kardec, o Codificador da Doutrina Espírita, naquela triste manhã de abril de 1860, estava exausto, acabrunhado.
Fazia frio.
Muito embora a consolidação da Sociedade Espírita de Paris e a promissora venda de livros, escasseava o dinheiro para a obra gigantesca que os Espíritos
Superiores lhe haviam colocado nas mãos.
A pressão aumentava...
Missivas sarcásticas avolumavam-se à mesa.
Quando mais desalentado se mostrava, chega a paciente esposa, Madame Rivail - a doce Gabi -, a entregar-lhe certa encomenda, cuidadosamente apresentada.
O professor abriu o embrulho, encontrando uma carta singela. E leu.
"Sr. Allan Kardec:
Respeitoso abraço.
Com a minha gratidão, remeto-lhe o livro anexo, bem como a sua história, rogando-lhe, antes de tudo, prosseguir em suas tarefas de esclarecimento da Humanidade, pois tenho fortes razões para isso.
Sou encadernador desde a meninice, trabalhando em grande casa desta capital.
Há cerca de dois anos casei-me com aquela que se revelou minha companheira ideal. Nossa vida corria normalmente e tudo era alegria e esperança, quando, no início deste ano, de modo inesperado, minha Antoinette partiu desta vida, levada por sorrateira moléstia.
Meu desespero foi indescritível e julguei-me condenado ao desamparo extremo.
Sem confiança em Deus, sentindo as necessidades do homem do mundo e vivendo com as dúvidas aflitivas de nosso século, resolvera seguir o caminho de tantos outros, ante a fatalidade...
A prova da separação vencera-me, e eu não passava, agora, de trapo humano.
Faltava ao trabalho e meu chefe, reto e ríspido, ameaçava-me com a dispensa.
Minhas forças fugiam.
Namorara diversas vezes o Sena e acabei planeando o suicídio. "Seria fácil, não sei nadar"- pensava.
Sucediam-se noites de insônia e dias de angústia. Em madrugada fria, quando as preocupações e o desânimo me dominaram mais fortemente, busquei a ponte Marie.
Olhei em torno, contemplando a corrente... E, ao fixar a mão direita para atirar-me, toquei um objeto algo molhado que se deslocou da amurada, caindo-me aos pés.
Surpreendido, distingui um livro que o orvalho umedecera.
Tomei o volume nas mãos e, procurando a luz mortiça do poste vizinho, pude ler, logo no frontispício, entre irritado e curioso:
"Esta obra salvou-me a vida. Leia-a com atenção e tenha bom proveito. - A. Laurent."
Estupefato, li a obra - "O Livro dos Espíritos" - ao qual acrescentei breve mensagem, volume esse que passo às suas mãos abnegadas, autorizando o distinto amigo a fazer dele o que lhe aprouver."
Ainda constava da mensagem agradecimentos finais, a assinatura, a data e o endereço do remetente.
O Codificador desempacotou, então, um exemplar de "O Livro dos Espíritos" ricamente encadernado, em cuja capa viu as iniciais do seu pseudônimo e na página do frontispício, levemente manchada, leu com emoção não somente a observação a que o missivista se referira, mas também outra, em letra firme:
"Salvou-me também. Deus abençoe as almas que cooperaram em sua publicação. - Joseph Perrier."
Após a leitura da carta providencial, o Professor Rivail experimentou nova luz a banhá-lo por dentro...
Aconchegando o livro ao peito, raciocinava, não mais em termos de desânimo ou sofrimento, mas sim na pauta de radiosa esperança.
Era preciso continuar, desculpar as injúrias, abraçar o sacrifício e desconhecer as pedradas...
Diante de seu espírito turbilhonava o mundo necessitado de renovação e consolo.
Allan Kardec levantou-se da velha poltrona, abriu a janela à sua frente, contemplando a via pública, onde passavam operários e mulheres do povo, crianças e velhinhos...
O notável obreiro da Grande Revelação respirou a longos haustos, e, antes de retomar a caneta para o serviço costumeiro, levou o lenço aos olhos e limpou uma lágrima..."
(Hilário Silva - O Espírito da Verdade, 52, FEB)
E vc é cenoura, ovo ou café?
Uma jovem descobriu que o marido a havia traído e arrasada foi conversar com sua avó. Ela não sabia o que ia fazer e queria desistir. Ela estava cansada de lutar e brigar. Parecia que assim que um problema estava resolvido, um outro surgia.
Sua avó após ouvir a história a levou para a cozinha. Encheu três panelas com água e colocou cada uma delas no fogão.
1- Na primeira panela de água ela colocou cenouras;
2- Na segunda panela de água colocou ovos;
3- Na última panela colocou café;
Sem dizer uma palavra ela aguardou as 3 panelas de água ferverem. Então a vozinha desligou o fogão, colocou as cenouras em uma tigela e os ovos em outra. Então pegou o café e derramou o líquido em uma terceira tigela.
Virando-se para a neta, ela disse: “Diga-me o que você vê.”
“Cenouras, ovos e café,” ela respondeu.
Sua avó trouxe as tigelas para mais perto e pediu que a neta experimentasse as cenouras. Ela obedeceu e notou que as cenouras estavam macias. A avó então pediu que ela pegasse um ovo e o quebrasse. Depois de retirar a casca, ela observou o ovo cozido.
Finalmente, pediu que a neta saboreasse o café. A neta sorriu ao provar seu aroma delicioso, e perguntou: “O que significa isso, vovó?”
Sua avó explicou que cada um deles havia enfrentado a mesma adversidade: água fervente. E cada um reagiu de forma diferente.
A cenoura era forte, firme e inflexível. No entanto, após ter sido submetida à água fervente, amoleceu e se tornou frágil. Os ovos eram frágeis – sua casca fina protegia o líquido no interior, mas depois de colocados na água fervendo, seu interior se tornou mais rijo. No entanto, o pó de café foi o único que, depois de colocado na água, mudou a água.
“Qual deles é você?”, perguntou a avó. “Quando a adversidade bate à sua porta, como você responde? Você é uma cenoura, um ovo ou o café?”
Pense nisso: Quem sou eu? Sou como a cenoura que parece forte, mas murcho com a dor e a adversidade? Fico frágil e perco a força?
Será que sou o ovo, que começa com um interior maleável, mas muda com o calor? Será que eu tenho um espírito maleável, mas depois de uma morte, uma separação, uma dificuldade financeira ou algum outro julgamento, eu me torno mais difícil e dura? Será que minha casca parece a mesma por fora, mas no interior estou mais amarga, com o espírito e coração endurecidos?
Ou eu sou como o pó de café, que muda a água quente – a própria circunstância que traz a dor? Quando a água fica quente, ele libera a fragrância e o sabor. Se você é como o café, quando as coisas estão no seu pior, você melhora e muda a situação em torno de você. Quando o momento é de escuridão e os obstáculos são mais difíceis, você se eleva a um outro nível?
Como você lida com a adversidade? Você é uma cenoura, um ovo ou o café?
Espero que você tenha felicidade suficiente para lhe trazer a doçura, obstáculos o suficiente para lhe trazer a força, tristeza o suficiente para mantê-lo humano, e esperança suficiente para fazer você feliz.
As pessoas mais felizes não têm necessariamente o melhor de tudo – elas simplesmente aproveitam ao máximo tudo o que vem em seu caminho. Que todos nós possamos ser como o café!
Deus te abençoe, e não deixe de compartilhar com outras pessoas essa lição de vida.
Por: Pr. Cláudio Duarte
Vamos ser café❣☕
O óbvio da terra
Certa vez, um amigo abordou o médium e perguntou-lhe:
– Chico, em sua opinião, qual é o homem mais rico?
Como se estivesse a ouvir a voz de Emmanuel nos escaninhos da alma, o médium respondeu:
– Para mim, o homem mais rico é o que tenha menos necessidades...
Arriscando nova pergunta, o companheiro quis saber:
– E o homem mais justo e sábio?...
Com a mesma espontaneidade, ele esclareceu:
– O homem mais justo e sábio é o que cumpre com o dever...
– Mas – insistiu, certamente, interessado em alguma revelação que lhe facilitasse a vida – o que você está me dizendo é o óbvio...
Com o fraterno sorriso de sempre, sem se deter na tarefa de atendimento aos que lhe procuravam a palavra, Chico redarguiu:
– Meu filho, tudo que está no Evangelho é o óbvio... Não existem segredos nem mistérios para a salvação da alma. Nada mais óbvio que a Verdade! O nosso problema é justamente este: queremos alcançar Céu, vivendo fora do óbvio na Terra!...
- Carlos A. Baccelli - do livro Chico Xavier: O apóstolo da fé
– Chico, em sua opinião, qual é o homem mais rico?
Como se estivesse a ouvir a voz de Emmanuel nos escaninhos da alma, o médium respondeu:
– Para mim, o homem mais rico é o que tenha menos necessidades...
Arriscando nova pergunta, o companheiro quis saber:
– E o homem mais justo e sábio?...
Com a mesma espontaneidade, ele esclareceu:
– O homem mais justo e sábio é o que cumpre com o dever...
– Mas – insistiu, certamente, interessado em alguma revelação que lhe facilitasse a vida – o que você está me dizendo é o óbvio...
Com o fraterno sorriso de sempre, sem se deter na tarefa de atendimento aos que lhe procuravam a palavra, Chico redarguiu:
– Meu filho, tudo que está no Evangelho é o óbvio... Não existem segredos nem mistérios para a salvação da alma. Nada mais óbvio que a Verdade! O nosso problema é justamente este: queremos alcançar Céu, vivendo fora do óbvio na Terra!...
- Carlos A. Baccelli - do livro Chico Xavier: O apóstolo da fé
PEDINDO ESMOLA PARA ENTERRAR O EX-PATRÃO
Chico levantara-se cedo e, ao sair, de charrete, para a Fazenda, encontra-se no caminho com o Flaviano, que lhe diz:
— Sabe quem morreu?
— Não!...
— O Juca, seu ex-patrão. Morreu na miséria, Chico, sem ter nem o que comer.
— Coitado! E Chico tira do bolso o lenço e enxuga os olhos.
— A que horas é o enterro?
— Creio que vão enterrá-lo a qualquer hora, como indigente, no caixão da Prefeitura, isto é, no rabecão...
Chico medita, emocionado, e pede:
— Flaviano, faça-me um favor: vá à casa onde ele desencarnou e peça para esperarem um pouco. Vou ver se lhe arranjo um caixão, mesmo barato.
Flaviano despede-se e parte.
Chico desce da charrete. Manda um recado para seu Chefe.
Recorda seu ex-patrão, figura humilde de bom servidor, que tanto bem lhe fizera. E ali mesmo, no caminho, envia uma prece a Jesus: “Senhor, trata-se de meu ex-patrão, a quem tanto devo; que me socorreu nos momentos mais angustiosos; que me deu emprego com o qual socorri minha família; que tanto sofreu por minha causa. Que eu lhe pague, em parte, a gratidão que lhe devo. Ajude-me, Senhor”.
E, tirando o chapéu da cabeça e virando-o de copa para baixo, à guisa de sacola, foi bater de porta em porta, pedindo uma esmola para comprar um caixão para enterrar o extinto amigo.
Daí a pouco, toda Pedro Leopoldo sabia do sucedido e estava perplexa, senão comovida com o ato do Chico.
Seu pai soube e veio ao seu encontro, tentando demovê-lo daquele peditório.
— Não, meu pai, não posso deixar de pagar tão grande dívida a quem tanto colaborou conosco.
Um pobre cego, muito conhecido em Pedro Leopoldo, é inteirado da nobre ação do Chico, a quem estima. Esbarra com ele:
— Por que tanta pressa, Chico?
— Meu NEGO, estou pedindo esmolas para enterrar meu ex-patrão.
— Seu Juca? Já soube. Coitado, tão bom! Espere aí, então, Chico. Tenho aqui algum dinheiro que me deram de esmolas ontem e hoje.
E despejou no chapéu do Chico tudo o que havia arrecadado ate ali...
Chico olhou-lhe os olhos mortos e sem luz. Viu-os cheios de lágrimas.
Comoveu-se mais.
— Obrigado, meu NEGO! Que Jesus lhe pague o sacrifício.
Comprou com o dinheiro esmolado o caixão.
Providenciou o enterro. Acompanhou-o até o cemitério.
E já tarde, regressou à casa.
Tinha vivido um grande dia.
Sentou-se à entrada da porta.
Lá dentro, os irmãos e o pai, observavam-no comovidos.
Em prece muda, agradeceu a Jesus.
Emmanuel lhe aparece e lhe sorri. O sorriso de seu bondoso Guia lhe diz tudo.
Chico o entende.
Ganhara o dia, pagara uma dívida e dera de si um testemunho de humildade, de gratidão e de amor ao Divino Mestre.
Ramiro Gama - Lindos Casos de Chico Xavier
"A viagem é tão curta "
Achei fantástica essa mensagem e resolvi compartilhar cm vc!
"A viagem é tão curta "
Uma jovem estava sentada num transporte público. Uma senhora mal-humorada e velha veio e sentou-se ao lado dela batendo lhe com os seus sacos numerosos. A pessoa sentada do outro lado ficou chateada e perguntou à moça por que ela não falou e disse algo.
A moça respondeu com um sorriso: - Não é necessário ser grosseiro ou discutir sobre algo tão insignificante, a jornada juntos é tão curta ... Desço na próxima paragem.
A resposta merece ser escrita em letras douradas no nosso comportamento diário e em toda parte:
* Não é necessário discutir sobre algo tão insignificante, nossa jornada juntos é tão curta *
Se cada um de nós pudesse perceber que a nossa passagem para cá tem uma duração tão curta;porquê escurecê-la com brigas, argumentos fúteis, não perdoando os outros, ingratidão e atitudes ruins?! Isso seria um desperdício de tempo e energia.
Alguém quebrou seu coração? Fique calmo, a viagem é tão curta ..
Alguém traiu, intimidou, enganou ou humilhou você? Fique calmo, perdoe, a viagem é tão curta .. Qualquer sofrimento que alguém nos provoque, vamos lembrar que a nossa jornada juntos é tão curta ..
Portanto, sejamos cheios de gratidão e doçura. A doçura é uma virtude nunca comparada ao caráter mau ou covardia, mas melhor comparada à grandeza.
Nossa jornada juntos aqui é muito curta e não pode ser revertida ...
Ninguém sabe a duração de sua jornada. Ninguém sabe se terá que descer na próxima paragem....
* Vamos, portanto, acalentar e manter a amigos e familiares! Vamos ser calmos, respeitosos, gentis, gratos e perdoar uns aos outros.
Se eu te machuquei, peço perdão. Mas lembre-se: A viagem aqui é tão curta ... *
"A viagem é tão curta "
Uma jovem estava sentada num transporte público. Uma senhora mal-humorada e velha veio e sentou-se ao lado dela batendo lhe com os seus sacos numerosos. A pessoa sentada do outro lado ficou chateada e perguntou à moça por que ela não falou e disse algo.
A moça respondeu com um sorriso: - Não é necessário ser grosseiro ou discutir sobre algo tão insignificante, a jornada juntos é tão curta ... Desço na próxima paragem.
A resposta merece ser escrita em letras douradas no nosso comportamento diário e em toda parte:
* Não é necessário discutir sobre algo tão insignificante, nossa jornada juntos é tão curta *
Se cada um de nós pudesse perceber que a nossa passagem para cá tem uma duração tão curta;porquê escurecê-la com brigas, argumentos fúteis, não perdoando os outros, ingratidão e atitudes ruins?! Isso seria um desperdício de tempo e energia.
Alguém quebrou seu coração? Fique calmo, a viagem é tão curta ..
Alguém traiu, intimidou, enganou ou humilhou você? Fique calmo, perdoe, a viagem é tão curta .. Qualquer sofrimento que alguém nos provoque, vamos lembrar que a nossa jornada juntos é tão curta ..
Portanto, sejamos cheios de gratidão e doçura. A doçura é uma virtude nunca comparada ao caráter mau ou covardia, mas melhor comparada à grandeza.
Nossa jornada juntos aqui é muito curta e não pode ser revertida ...
Ninguém sabe a duração de sua jornada. Ninguém sabe se terá que descer na próxima paragem....
* Vamos, portanto, acalentar e manter a amigos e familiares! Vamos ser calmos, respeitosos, gentis, gratos e perdoar uns aos outros.
Se eu te machuquei, peço perdão. Mas lembre-se: A viagem aqui é tão curta ... *
Pão velho
Pão velho
Era um fim de tarde de sábado.
Eu estava molhando o jardim da minha casa, quando vi um menino parado junto ao portão, me olhando.
- Dona, tem pão velho? - perguntou ele.
Essa coisa de pedir pão velho sempre me incomodou...
Olhei para aquele menino tão nostálgico e perguntei:
- Onde Você mora?
- Depois do zoológico, disse ele.
- Bem longe, hein?
- É... mas eu tenho que pedir as coisas para comer.
- Você está na escola?
- Não. Minha mãe não pode comprar material.
- Seu pai mora com vocês?
- Ele se foi e nunca mais voltou...
E o papo prosseguiu, até que eu disse:
- Vou buscar o pão. Serve pão novo?
- Não precisa, não. A senhora já conversou comigo, isso é suficiente.
Esta resposta caiu em mim como um raio. Tive a sensação de ter absorvido toda a solidão e a falta de amor daquela criança. Tão nova e já sem sonhos, sem brinquedos, sem comida, sem escola e tão necessitada de um papo, de uma conversa amiga.
Quantas lições podemos tirar desta resposta:
"Não precisa, não. A senhora já conversou comigo, isso é suficiente!"
Que poder mágico tem o gesto de falar e ouvir com amor!
Os anos se passaram e continuam pedindo “pão velho" na minha casa... E eu dando "pão novo", mas procurando antes compartilhar o pão das pequenas conversas, o pão dos gestos que acolhem e promovem.
Este pão de amor não fica velho, porque é fabricado no coração de quem acredita Naquele que disse: “Eu sou o pão da vida!”
Verifique quantas pessoas talvez estejam esperando uma só palavra sua...
Era um fim de tarde de sábado.
Eu estava molhando o jardim da minha casa, quando vi um menino parado junto ao portão, me olhando.
- Dona, tem pão velho? - perguntou ele.
Essa coisa de pedir pão velho sempre me incomodou...
Olhei para aquele menino tão nostálgico e perguntei:
- Onde Você mora?
- Depois do zoológico, disse ele.
- Bem longe, hein?
- É... mas eu tenho que pedir as coisas para comer.
- Você está na escola?
- Não. Minha mãe não pode comprar material.
- Seu pai mora com vocês?
- Ele se foi e nunca mais voltou...
E o papo prosseguiu, até que eu disse:
- Vou buscar o pão. Serve pão novo?
- Não precisa, não. A senhora já conversou comigo, isso é suficiente.
Esta resposta caiu em mim como um raio. Tive a sensação de ter absorvido toda a solidão e a falta de amor daquela criança. Tão nova e já sem sonhos, sem brinquedos, sem comida, sem escola e tão necessitada de um papo, de uma conversa amiga.
Quantas lições podemos tirar desta resposta:
"Não precisa, não. A senhora já conversou comigo, isso é suficiente!"
Que poder mágico tem o gesto de falar e ouvir com amor!
Os anos se passaram e continuam pedindo “pão velho" na minha casa... E eu dando "pão novo", mas procurando antes compartilhar o pão das pequenas conversas, o pão dos gestos que acolhem e promovem.
Este pão de amor não fica velho, porque é fabricado no coração de quem acredita Naquele que disse: “Eu sou o pão da vida!”
Verifique quantas pessoas talvez estejam esperando uma só palavra sua...
“Força do Perdão”
Sabemos que há situações que são difíceis de perdoar.
Há casos graves entre amigos, irmãos, casais, pais e filhos...
Nestes momentos falamos/aconselhamos:
“PERDOE, ESQUEÇA. VIVA SUA VIDA”.
E sempre ouvimos:
“Você fala isto porque não foi com você.
Queria ver se você estivesse no meu lugar”.
Conto-lhes uma pequena e bela história para ilustrar nossa exposição:
Esta história aconteceu na Palestina, no oriente médio, onde também ficam Jerusalém, Nazareth e Belém, terra natal de Jesus.
Lá vivem os Beduínos em tendas espalhadas pelo deserto.
Conta-se que um Beduíno estava dentro de sua tenda, ao sol da Palestina, quando entrou correndo um rapaz e se escondeu atrás dele, chorando e soluçando. Logo em seguida entraram alguns homens empunhando suas facas e ordenaram ao beduíno:
“Dá-nos este rapaz, pois ele é um assassino”. No que o Beduíno respondeu:
“Ninguém põe a mão nele!”
“Há uma lei entre nós que diz que quando um assassino se refugia numa tenda e o dono da tenda lhe der abrigo, ele estará salvo e absolvido. Compadeci-me deste garoto e quero perdoar-lhe”. E os homens lhe disseram: “Você quer perdoá-lo porque não sabe o que ele fez e nem a quem matou”. O Beduíno completou: “Não me importo, eu quero perdoá-lo”.
Então, os homens lhe revelaram: “Ele matou seu filho. Vá ver o corpo dele sangrando lá fora”.
O Beduíno caiu num profundo silêncio e enxugando as lágrimas disse:
“Então, eu vou criá-lo como se fosse o meu filho que ele matou”.
(O nome desta história é a “Força do Perdão”.
Fica-nos a lição: O verdadeiro sentido do perdão).
Há casos graves entre amigos, irmãos, casais, pais e filhos...
Nestes momentos falamos/aconselhamos:
“PERDOE, ESQUEÇA. VIVA SUA VIDA”.
E sempre ouvimos:
“Você fala isto porque não foi com você.
Queria ver se você estivesse no meu lugar”.
Conto-lhes uma pequena e bela história para ilustrar nossa exposição:
Esta história aconteceu na Palestina, no oriente médio, onde também ficam Jerusalém, Nazareth e Belém, terra natal de Jesus.
Lá vivem os Beduínos em tendas espalhadas pelo deserto.
Conta-se que um Beduíno estava dentro de sua tenda, ao sol da Palestina, quando entrou correndo um rapaz e se escondeu atrás dele, chorando e soluçando. Logo em seguida entraram alguns homens empunhando suas facas e ordenaram ao beduíno:
“Dá-nos este rapaz, pois ele é um assassino”. No que o Beduíno respondeu:
“Ninguém põe a mão nele!”
“Há uma lei entre nós que diz que quando um assassino se refugia numa tenda e o dono da tenda lhe der abrigo, ele estará salvo e absolvido. Compadeci-me deste garoto e quero perdoar-lhe”. E os homens lhe disseram: “Você quer perdoá-lo porque não sabe o que ele fez e nem a quem matou”. O Beduíno completou: “Não me importo, eu quero perdoá-lo”.
Então, os homens lhe revelaram: “Ele matou seu filho. Vá ver o corpo dele sangrando lá fora”.
O Beduíno caiu num profundo silêncio e enxugando as lágrimas disse:
“Então, eu vou criá-lo como se fosse o meu filho que ele matou”.
(O nome desta história é a “Força do Perdão”.
Fica-nos a lição: O verdadeiro sentido do perdão).
O SÁBIO E O ESCORPIÃO (A INDULGÊNCIA)
O SÁBIO E O ESCORPIÃO (A INDULGÊNCIA)
“Certa vez, na Índia, um sábio passava, com seu discípulo, à margem do Rio Ganges, quando viu um escorpião que se afogava. Ele então correu e, com a mão, retirou o bichinho e o trouxe à terra firme.
Naquele instante, o escorpião o picou... Dizem que é uma dor terrível... Inchou a mão do sábio.
Assim que ele o colocou no chão, pacientemente, o escorpião voltou para a água. E ele, com a mão já inchada, debaixo daquelas dores violentas, vai e o retira novamente.
E o discípulo a observar...
Numa terceira vez em que ele traz o escorpião, já com a mão bastante inchada e as dores violentas, ele o põe mais distante, em terra. Aí, o discípulo já não suporta mais aquilo e diz:
- Mestre, eu não estou entendendo... Este bicho... É a terceira vez que o senhor vai retirá-lo da água e ele pica sua mão dessa maneira. O senhor deve estar sofrendo dores terríveis!...
E ele, com a fisionomia plácida das almas que conhecem o segredo do bem, daqueles que já realmente conquistaram um território de amor e renúncia no coração, que têm a visão das verdades celestes, vira-se para o discípulo e diz:
Livro: Um Minuto Com Chico Xavier
José Antônio Vieira de Paula
“Certa vez, na Índia, um sábio passava, com seu discípulo, à margem do Rio Ganges, quando viu um escorpião que se afogava. Ele então correu e, com a mão, retirou o bichinho e o trouxe à terra firme.
Naquele instante, o escorpião o picou... Dizem que é uma dor terrível... Inchou a mão do sábio.
Assim que ele o colocou no chão, pacientemente, o escorpião voltou para a água. E ele, com a mão já inchada, debaixo daquelas dores violentas, vai e o retira novamente.
E o discípulo a observar...
Numa terceira vez em que ele traz o escorpião, já com a mão bastante inchada e as dores violentas, ele o põe mais distante, em terra. Aí, o discípulo já não suporta mais aquilo e diz:
- Mestre, eu não estou entendendo... Este bicho... É a terceira vez que o senhor vai retirá-lo da água e ele pica sua mão dessa maneira. O senhor deve estar sofrendo dores terríveis!...
E ele, com a fisionomia plácida das almas que conhecem o segredo do bem, daqueles que já realmente conquistaram um território de amor e renúncia no coração, que têm a visão das verdades celestes, vira-se para o discípulo e diz:
Livro: Um Minuto Com Chico Xavier
José Antônio Vieira de Paula
Relato da história da “Harvard e Stanford”
História que ensina o valor de julgamentos equilibrados; da sabedoria de não julgar pelas aparências ou pela primeira impressão; o valor da generosidade e do retorno à comunidade do muito que ela nos faz.
Malcolm Forbes conta que uma senhora, usando um vestido de algodão já desbotado, e seu marido, trajando um velho terno feito à mão, desceram do trem em Boston, EUA, e se dirigiram timidamente ao escritório do presidente da Universidade Harvard.Eles vinham de Palo Alto, Califórnia e não haviam marcado entrevista.A secretária, num relance, achou que aqueles dois com aparência de caipiras do interior, nada tinham a fazer em Harvard.
– Queremos falar com o presidente, disse o homem em voz baixa.
– Ele vai estar ocupado o dia todo, respondeu rispidamente a secretária.
– Nós vamos esperar.
A secretária os ignorou por horas a fio, esperando que o casal finalmente desistisse e fosse embora. Mas eles ficaram ali, e a secretária, um tanto frustrada, decidiu incomodar o presidente, embora detestasse fazer isso.
– Se o senhor falar com eles apenas por alguns minutos, talvez resolvam ir embora, disse ela.
O presidente suspirou com irritação, mas concordou.
Alguém da sua importância não tinha tempo para atender gente desse tipo, mas ele detestava vestidos desbotados e ternos puídos em seu escritório. Com o rosto fechado, ele foi até o casal.
– Tivemos um filho que estudou em Harvard durante um ano, disse a mulher. Ele amava Harvard e foi muito feliz aqui, mas, um ano atrás ele morreu num acidente e gostaríamos de erigir um monumento em honra a ele em algum lugar do campus.
– Minha senhora, disse rudemente o presidente, não podemos erigir uma estátua para cada pessoa que estudou em Harvard e morreu, se o fizéssemos, este lugar pareceria um cemitério.
– Oh, não, respondeu rapidamente a senhora. Não queremos erigir uma estátua. Gostaríamos de doar um edifício à Harvard.
O presidente olhou para o vestido desbotado da mulher e para o velho terno do marido, e exclamou:
– Um edifício! Os senhores têm sequer uma pálida idéia de quanto custa um edifício? Temos mais de sete milhões e meio de dólares em prédios aqui em Harvard.
A senhora ficou em silêncio por um momento, e então disse ao marido:
– Se é só isso que custa para fundar uma universidade, por que não termos a nossa própria?
O marido concordou.
O casal Leland Stanford levantou-se e saiu, deixando o presidente confuso. Viajando de volta para Palo Alto, na Califórnia, eles estabeleceram ali a Universidade Stanford, em homenagem a seu filho, ex-aluno da Harvard.
EXERCÍCIO DIÁRIO DA HUMILDADE
EXERCÍCIO DIÁRIO DA HUMILDADE
No tempo em que não havia automóveis, na cocheira de um famoso palácio real, um burro de carga curtia imensa amargura, em vista das pilhérias dos companheiros de apartamento.
Reparando-lhe o pêlo maltratado, as fundas cicatrizes do lombo e a cabeça tristonha e humilde, aproximou-se formoso cavalo árabe que se fizera detentor de muitos prêmios, e disse, orgulhoso:
- Triste sina a que recebeste! Não invejas minha posição em corridas? Sou acariciado por mãos de princesas e elogiado pela palavra dos reis!
- Pudera! – exclamou um potro de fina origem inglesa:
- como conseguirá um burro entender o brilho das apostas e o gosto da caça? O infortunado animal recebia os sarcasmos, resignadamente. Outro soberbo cavalo, de procedência húngara, entrou no assunto e comentou:
- Há dez anos, quando me ausentei de pastagem vizinha, vi este miserável sofrendo rudemente nas mãos do bruto amansador. É tão covarde que não chegava a reagir, nem mesmo com um coice. Não nasceu senão para carga e pancadas. É vergonhoso suportar-lhe a companhia. Nisto, admirável jumento espanhol acercou-se do grupo, e acentuou sem piedade:
- Lastimo reconhecer neste burro um parente próximo. É animal desonrado, fraco, inútil, não sabe viver senão sob pesadas disciplinas. Ignora o aprumo da dignidade pessoal e desconhece o amor-próprio. Aceito os deveres que me competem até o justo limite, mas, se me constrangem a ultrapassar as obrigações, recuso-me à obediência, pinoteio e sou capaz de matar.
As observações insultuosas não haviam terminado, quando o rei penetrou o recinto, em companhia do chefe das cavalariças.
- Preciso de um animal para serviço de grande responsabilidade, informou o monarca, um animal dócil e educado, que mereça absoluta confiança. O empregado perguntou:
- Não prefere o árabe, Majestade?
- Não, não – falou o soberano, é muito altivo e só serve para corridas em festejos oficiais sem maior importância.
- Não quer o potro inglês? - De modo algum. É muito irrequieto e não vai além das extravagâncias da caça.
- Não deseja o húngaro?
- Não, não. É bravio, sem qualquer educação. É apenas um pastor de rebanho.
- O jumento espanhol serviria? – insistiu o servidor atencioso. - De maneira nenhuma. É manhoso e não merece confiança. Decorridos alguns instantes de silêncio, o soberano indagou:
- Onde está meu burro de carga? O chefe das cocheiras indicou-o, entre os demais. O próprio rei puxou-o carinhosamente para fora, mandou ajaezá-lo com as armas resplandecentes de sua Casa e confiou-lhe o filho ainda criança, para longa viajem. E ficou tranqüilo, sabendo que poderia colocar toda a sua confiança naquele animal…
Assim também acontece na vida. Em todas as ocasiões, temos sempre grande número de amigos, de conhecidos e companheiros, mas somente nos prestam serviços de utilidade real aqueles que já aprenderam a servir, sem pensar em si mesmos….
e nós será que já aprendemos servir?
Pense nisto….
Texto sem a informação de autor.
A LENDA DA CARIDADE
Diz interessante lenda do Plano Espiritual que, a princípio, no mundo se espalham milhares de grupos humanos, nas extensas povoações da Terra.
O Senhor endereçava incessantes mensagens de paz e bondade às criaturas, entretanto, a maioria de desgarrou no egoísmo e no orgulho.
A crueldade agravava-se, o ódio explodia...
Diligenciando solução ao problema, o Celeste Amigo chamou o Anjo Justiça que entrou, em campo e, de imediato, inventou o sofrimento.
Os culpados passaram a resgatar, os próprios delitos, a preço de enormes padecimentos.
O Senhor aprovou os métodos da Justiça que reconheceu indispensáveis ao equilíbrio da Lei, no entanto, desejava encontrar um caminho menos espinhoso para a transformação dos espíritos sediados na Terra, já que a dor deixava comumente um rescaldo de angústia a gerar novos e pesados conflitos.
O Divino Companheiro solicitou concurso ao Anjo Verdade que estabeleceu, para logo, os princípios da advertência.
Tribunas foram erguidas, por toda parte, e os estudiosos do relacionamento humano começaram a pregar sobre os efeitos doma ledo bem, compelindo os ouvintes à aceitação da realidade.
Ainda assim, conquanto a excelência das lições propagadas repontavam dúvidas em torno dos ensinamentos de virtude, suscitando atrasos altamente prejudiciais aos mecanismos da elevação espiritual.
O Senhor apoiou a execução dos planos ideados pelo Anjo da Verdade, observando que as multidões terrestres não deveriam viver ignorando o próprio destino.
No entanto, a compadecer-se dos homens que necessitavam reforma íntima sem saberem disso, solicitou cooperação do Anjo do Amor, à busca de algum recurso que facilitasse a jornada dos seus tutelados para os Cimos da Vida.
O novo emissário criou a caridade e iniciou-se profunda transubstanciação de valores.
Nem todas as criaturas lhe admitiam o convite e permaneciam, na retaguarda, matriculados ns tarefas da Justiça e da Verdade, das quais hauriam a mudança benemérita, em mais longo prazo, mas todas aquelas criaturas que lhe atenderam as petições, passaram a ver e auxiliar doentes p obsessos, paralíticos e mutilados, cegos e infelizes, os largados à rua e os sem ninguém.
O contato recíproco gerou precioso câmbio espiritual.
Quantos conduziam alimento e agasalho, carinho e remédio para os companheiros infortunados recebiam deles, em troca, os dons da paciência e da compreensão, da tolerância e da humildade e, sem maiores obstáculos, descobriram a estrada para a convivência com os Céus.
O Senhor louvou a caridade, nela reconhecendo o mais importante processo de orientação e sublimação, a benefício de quantos usufruem a escola da Terra.
Desde então, funcionam, no mundo, o sofrimento, podando as arestas dos companheiros revoltados: a doutrinação informando aos espíritos indecisos quanto às melhores sendas de ascensão às Bênçãos Divinas; e a caridade iluminando a quantos consagram ao amor pelos semelhantes, redimindo sentimentos e elevando almas, porque, acima de todas as forças que renovam os rumos da criatura, nos caminhos, humanos, a caridade é a mais vigorosa, perante Deus, porque é a única que atravessa as barreiras da inteligência e alcança os domínios do coração.
POR: MEIMEI E CHICO XAVIER – Momento Espírita
Encontrar com Deus
“Havia um pequeno menino que queria se encontrar com Deus.
Um dia encheu sua mochila com pastéis e suco e saiu para brincar no parque.
Quando ele andou umas três quadras, encontrou um velhinho sentado em um banco da praça olhando os pássaros.
O menino sentou-se junto a ele, abriu sua mochila e ia tomar um gole do suco, quando olhou o velhinho e viu que ele estava com fome, então lhe ofereceu um pastel.
O velhinho muito agradecido aceitou e sorriu ao menino.
Seu sorriso era tão incrível que o menino quis ver de novo; então ele ofereceu-lhe seu suco.
Mais uma vez o velhinho sorriu ao menino. O menino estava tão feliz! Ficaram sentados ali sorrindo, comendo pastéis e bebendo suco pelo resto da tarde sem falarem um ao outro.
Quando começou a escurecer o menino estava cansado e resolveu voltar para casa mas, antes de sair ele se voltou e deu um grande abraço no velhinho.
Aí, o velhinho deu-lhe o maior sorriso que o menino já havia recebido.
Quando o menino entrou em casa, sua mãe surpresa ao ver a felicidade estampada em sua face:
- O que você fez hoje que te deixou tão feliz assim?
Ele respondeu:
– Passei a tarde com Deus. Você sabia, que Ele tem o mais lindo sorriso que eu jamais vi?
Enquanto isso, o velhinho chegou em casa com o mais radiante sorriso na face e seu filho perguntou:
– Por onde você esteve que está tão feliz?
E o velhinho respondeu: – Comi pastéis e tomei suco no parque, com Deus. Você sabe que Ele é bem mais jovem do que eu pensava?
Um dia encheu sua mochila com pastéis e suco e saiu para brincar no parque.
Quando ele andou umas três quadras, encontrou um velhinho sentado em um banco da praça olhando os pássaros.
O menino sentou-se junto a ele, abriu sua mochila e ia tomar um gole do suco, quando olhou o velhinho e viu que ele estava com fome, então lhe ofereceu um pastel.
O velhinho muito agradecido aceitou e sorriu ao menino.
Seu sorriso era tão incrível que o menino quis ver de novo; então ele ofereceu-lhe seu suco.
Mais uma vez o velhinho sorriu ao menino. O menino estava tão feliz! Ficaram sentados ali sorrindo, comendo pastéis e bebendo suco pelo resto da tarde sem falarem um ao outro.
Quando começou a escurecer o menino estava cansado e resolveu voltar para casa mas, antes de sair ele se voltou e deu um grande abraço no velhinho.
Aí, o velhinho deu-lhe o maior sorriso que o menino já havia recebido.
Quando o menino entrou em casa, sua mãe surpresa ao ver a felicidade estampada em sua face:
- O que você fez hoje que te deixou tão feliz assim?
Ele respondeu:
– Passei a tarde com Deus. Você sabia, que Ele tem o mais lindo sorriso que eu jamais vi?
Enquanto isso, o velhinho chegou em casa com o mais radiante sorriso na face e seu filho perguntou:
– Por onde você esteve que está tão feliz?
E o velhinho respondeu: – Comi pastéis e tomei suco no parque, com Deus. Você sabe que Ele é bem mais jovem do que eu pensava?
A face de Deus está em todas as pessoas e coisas que são vistas com os olhos do amor e do coração!
Que Deus abençoe você que está lendo esta mensagem e ilumine o seu coração para que você possa oferecer a muitas pessoas o sorriso de Deus, que está guardado dentro de você!
Hoje quero oferecer a você o meu sorriso!"
Vamos a todo instante procurar ver Deus nas pessoas e deixar que elas encontrem Deus em nós!
Uma pequena reflexão...
Uma pequena reflexão...
Um garoto segurava em suas mãos duas maçãs. Seu pai se aproximou e lhe pediu com um belo sorriso: "filho, você poderia dar uma de suas maçãs para o papai?" O menino levanta os olhos para seu pai durante alguns segundos, e morde subitamente uma das maçãs e logo em seguida a outra. O pai sente seu rosto se esfriar e perde o sorriso. Ele tenta não mostrar sua decepção quando seu filho lhe dá uma de suas maçãs mordidas. O pequeno olha para seu pai com um sorriso de anjo e diz: "É essa a mais doce, papai."
Retarde sempre o seu julgamento sobre as pessoas. Dê aos outros o privilégio de poder se explicar...
...Mesmo que a ação pareça errada, o motivo pode ser bom!
Um garoto segurava em suas mãos duas maçãs. Seu pai se aproximou e lhe pediu com um belo sorriso: "filho, você poderia dar uma de suas maçãs para o papai?" O menino levanta os olhos para seu pai durante alguns segundos, e morde subitamente uma das maçãs e logo em seguida a outra. O pai sente seu rosto se esfriar e perde o sorriso. Ele tenta não mostrar sua decepção quando seu filho lhe dá uma de suas maçãs mordidas. O pequeno olha para seu pai com um sorriso de anjo e diz: "É essa a mais doce, papai."
Retarde sempre o seu julgamento sobre as pessoas. Dê aos outros o privilégio de poder se explicar...
...Mesmo que a ação pareça errada, o motivo pode ser bom!
JORGE - UM RELATO EMOCIONANTE
https://www.facebook.com/notes/nuno-emanuel/-jorge-tonho-ti-chico-conta-para-eles-que-voc%C3%AA-%C3%A9-o-kardec-reencarnado-chico-xavi/1349901071691095
A fantástica história de Jorge, o humilde cidadão que quando desencarnou foi recebido no plano espiritual por Jesus de Nazaré.
A fantástica história de Jorge, o humilde cidadão que quando desencarnou foi recebido no plano espiritual por Jesus de Nazaré.

Ao longo dos anos em que ia a Uberaba, conheci muita gente. Gente boa, gente meio boa e gente menos boa. Algumas, o tempo vai apagando lentamente, mas jamais terá força suficiente para apagar de minhas lembranças a figura encantadora que vocês vão passar a conhecer.
Numa daquelas madrugadas, quando as reuniões do Grupo Espírita da Prece se estendiam até ao amanhecer, vi-o pela primeira vez. Naquela filas quase intermináveis que se formavam para a despedida ou para uma última palavrinha ainda que rápida com Chico, ele chamou-me a atenção pela alegria com que esperava a sua vez.
Vinha com passos cansados, o andar trôpego, a fisionomia abatida, mas seus olhos brilhavam à medida que se aproximava do médium. Não raro, seu contentamento se traduzia em lágrimas serenas mas copiosas.
Trajes pobres, descalço, pés rachados, indicando que raramente teriam conhecido um par de sapatos. Calça azul, camisa verde, com muitos remendos; um paletó de casimira apertava-lhe o corpo franzino.
Pele escura, cabelos enrolados nos lábios uma ferida. Chamava-se Jorge.
Creio que deve ter tomado poucos banhos durante toda a vida. Quando se aproximava, seu corpo magro, sofrido e mal alimentado exalava um odor desagradável.
Em sua boca, alguns raros tocos de dentes, totalmente apodrecidos. Quando falava, seu hálito era quase insuportável. Ainda que alguém não quisesse, tinha um movimento instintivo de recuo. Quando se aproximava, tínhamos pressa em dar-lhe algum trocado para que ele fosse comprar pipoca, doce ou um refrigerante, a fim de que saísse logo de perto da gente.
Jorge morava com o irmão e a cunhada num bairro muito pobre - uma favela, quase um cortiço.
Seu quarto era um pequeno cômodo anexado ao barraco do irmão. Algumas telhas, pedaços de tábuas, de plásticos, folhas de lata emolduravam o seu pequeno espaço.
O irmão e a cunhada eram bóias-frias. Jorge ficava com as crianças. Fazia-lhes mingau, trocava-lhes os panos, assistia-os. Alma assim caridosa, acredito que sofresse maus tratos. Muitas vezes o vi com marcas no rosto, e, ainda hoje, fico pensando se aquela ferida permanente em seu lábio inferior não seria resultante de constantes pancadas.
Pois o Chico conversava com ele, cinco, dez, vinte minutos. Nas primeiras vezes, pensava: "Meu Deus! Como é que o Chico pode perder tanto tempo com ele, quando tantas pessoas viajaram milhares de quilômetros e mal pegaram sua mão?! Por que será que ele não diminui o tempo do Jorge, para dar mais atenção aos outros?"
Somente mais tarde fui entender que a única pessoa capaz de parar para ouvir o Jorge era ele.
Em casa, o infeliz não tinha com quem conversar; na rua, ninguém lhe dava atenção.
Quase todas as vezes em que lá estive, lá estava ele também.
Assim, por alguns anos, habituei-me a ver aquele estranho personagem que aos poucos me foi cativando.
Hoje passados tantos anos, ao escrever estas linhas, ainda choro. "A gente corre o risco de chorar um pouco, quando se deixou cativar, não é mesmo?
Nunca ouvimos de sua boca qualquer palavra de queixa ou revolta.
Seu diálogo com o paciente médium era comovente e enternecedor.
- Jorge, como vai a vida?
- Ah, Tio Chico! Eu acho a vida uma beleza!
- E a viagem, foi boa?
- Muito boa, Tio Chico! Eu vim olhando as flores que Deus plantou no caminho para nos alegrar.
- Do que você mais gosta de olhar, Jorge?
- O azul do céu, Tio Chico. Às vezes penso que o Sinhô Jesus tá me espiando por detrás de uma nuvem.
- Depois, o visitante falava da briga dos gatos, da goteira que molhou a cama, do passarinho que estava fazendo ninho no seu telhado.
Quando pensava que tudo havia terminado, o dono da casa ainda dizia:
- Agora, o nosso Jorge vai declamar alguns versos.
Eu chegava até me virar na cadeira, perguntando a mim mesmo: "Onde é que o Chico arruma tanta paciência?"
Jorge declamava um, dois, quatro versos.
- Bem Jorge, agora para a nossa despedida, declame o verso que mais gosto.
- Qual, tio Chico?
- Aquele da moça.
- Ah, Tio Chico! Já me lembrei. Já me lembrei.
Naquelas horas, o centro continuava lotado. As pessoas se acotovelavam, formando um grande círculo em torno da mesa.
Jorge colocava, então, o colarinho da camisa para fora, abotoava o único botão de seu surrado paletó, colocava as mãos para trás, à semelhança de uma criança quando vai declamar na escola ou perante uma autoridade, olhava para ver se o estavam observando e sapecava, inflado de orgulho:
"Menina, penteia o cabelo.
Joga as tranças para a cacunda.
Queira Deus que não te leve
de domingo pra segunda!"
Quando terminava, o riso era geral. Ele também sorria. Um sorriso solto e alegre, mas ainda assim doído, pois a parte inferior de seus grossos lábios se dilatava, fazendo sangrar a ferida.
Aí, ele se aproximava do médium, que lhe dava uma pequena ajuda em dinheiro. Em todos aqueles anos, nunca consegui ver quanto era. Depois, colocava o dinheiro dentro de uma capanga, onde já havia guardado as pipocas, os doces, dando um nó na alça do pano.
Para se despedir, ele não se abraçava ao Chico: ele se jogava, sim, todo por inteiro em cima do Chico! Falava quase dentro do nariz do Chico e eu nunca o vi ter aquele recuo instintivo como eu tivera tantas vezes.
Beijava-lhe a mão, o qual também beijava a mão e a face dele, ao que ele retribuía, beijando os dois lados da face do Chico, onde ficavam manchas de sangue deixadas pela ferida aberta em seus lábios. Nunca vi o Chico se limpar na presença dele nem depois que ele se tivesse ido. Eu, que muitas vezes, ao chegar à casa dele, molhava um pano e limpava o que passamos a chamar carinhosamente de "o beijo do Jorge..."
Não saberia dizer quantas vezes pensei em levar um presente àquele pobre irmão - uma camisa...um par de sapatos...uma blusa. Infelizmente, fui adiando e o tempo passando. Acabei por não lhe levar nada.
Lembro-me disto com tristeza e as palavras do Apóstolo Paulo se fazem mais fortes nos recessos de minha alma: "Façamos o bem, enquanto temos tempo."
Enquanto temos tempo. De repente, fica tarde demais. Jorge desencarnou. Desencarnou numa madrugada fria. Completamente só em seu quarto. Esquecido do mundo, esquecido de todos, mas não de Deus.
Contou-me o Chico que foi este nosso irmão de pele escura, cabelos enrolados, ferida nos lábios, pés rachados, mau cheiro e mau hálito que ao desencarnar, Jesus Cristo veio pessoalmente buscar. Entrou naquela quarto de terra batida, retirou Jorge do corpo magro e sofrido, envolto em trapos imundos, aconchegou-o de encontro ao peito e voou com ele para o espaço, como se carregasse o mais querido dos seus irmãos!
"Eis que estarei convosco até o fim dos séculos."
"Não vos deixarei órfãos."
Ele não faria uma promessa que não pudesse cumprir.
OS BONS OLHOS
OS BONS OLHOS.
Um homem morava no deserto e tinha quatro filhos ainda adolescentes.
Querendo que seus filhos aprendessem a valiosa lição da não precipitação nos julgamentos, os enviou para uma terra onde havia muitas árvores. Mas ele os enviou em diferentes épocas do ano.
O primeiro filho foi no inverno, o segundo na primavera, o terceiro no verão e o mais novo foi no outono.
Quando o último deles voltou, o pai os reuniu e pediu que relatassem o que tinham visto.
O primeiro filho disse que as árvores eram feias, meio curvadas, sem nenhum atrativo.
O segundo filho discordou e disse que na verdade as árvores eram muito verdes e cheias de brotinhos, parecendo ter um bom futuro.
O terceiro filho disse que eles estavam errados, porque elas estavam repletas de flores, com um aroma incrível e uma aparência maravilhosa.
Já o mais novo discordou de todos e disse que as árvores estavam tão cheias de frutos que até se curvavam com o peso, passando a imagem de algo cheio de vida e substância.
Aquele pai então explicou aos seus filhos adolescentes que todos eles estavam certos.
Na verdade eles viram as mesmas árvores em diferentes estações daquele mesmo ano.
Ele disse que não se pode julgar uma árvore ou pessoas por apenas uma estação ou uma fase de sua vida.
Ele explicou que a essência do que elas são, a alegria, o prazer, o amor, mas também as fases aparentemente ruins que vêm daquela vida só podem ser medidas no final da jornada quando todas as estações forem concluídas.
Se você desistir quando chegar o “inverno”, você vai perder as promessas da primavera, a beleza do verão e a plenitude do outono.
Não permita que dor de apenas uma “estação” destrua a alegria de todas as outras. Não julgue a vida por apenas uma fase.
Persevere através dos caminhos dificultosos, e épocas melhores virão com certeza!
Viva de forma simples, ame generosamente, importe-se profundamente, fale educadamente…
E deixe o restante com Deus!
A felicidade mantém você doce.
Dores mantêm você humano.
Quedas te mantêm humilde.
Sucesso te mantém brilhando.
Provações te mantêm forte.
Mas, somente Deus te mantém prosseguindo!
Um homem morava no deserto e tinha quatro filhos ainda adolescentes.
Querendo que seus filhos aprendessem a valiosa lição da não precipitação nos julgamentos, os enviou para uma terra onde havia muitas árvores. Mas ele os enviou em diferentes épocas do ano.
O primeiro filho foi no inverno, o segundo na primavera, o terceiro no verão e o mais novo foi no outono.
Quando o último deles voltou, o pai os reuniu e pediu que relatassem o que tinham visto.
O primeiro filho disse que as árvores eram feias, meio curvadas, sem nenhum atrativo.
O segundo filho discordou e disse que na verdade as árvores eram muito verdes e cheias de brotinhos, parecendo ter um bom futuro.
O terceiro filho disse que eles estavam errados, porque elas estavam repletas de flores, com um aroma incrível e uma aparência maravilhosa.
Já o mais novo discordou de todos e disse que as árvores estavam tão cheias de frutos que até se curvavam com o peso, passando a imagem de algo cheio de vida e substância.
Aquele pai então explicou aos seus filhos adolescentes que todos eles estavam certos.
Na verdade eles viram as mesmas árvores em diferentes estações daquele mesmo ano.
Ele disse que não se pode julgar uma árvore ou pessoas por apenas uma estação ou uma fase de sua vida.
Ele explicou que a essência do que elas são, a alegria, o prazer, o amor, mas também as fases aparentemente ruins que vêm daquela vida só podem ser medidas no final da jornada quando todas as estações forem concluídas.
Se você desistir quando chegar o “inverno”, você vai perder as promessas da primavera, a beleza do verão e a plenitude do outono.
Não permita que dor de apenas uma “estação” destrua a alegria de todas as outras. Não julgue a vida por apenas uma fase.
Persevere através dos caminhos dificultosos, e épocas melhores virão com certeza!
Viva de forma simples, ame generosamente, importe-se profundamente, fale educadamente…
E deixe o restante com Deus!
A felicidade mantém você doce.
Dores mantêm você humano.
Quedas te mantêm humilde.
Sucesso te mantém brilhando.
Provações te mantêm forte.
Mas, somente Deus te mantém prosseguindo!
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